Presidente na AMUPE fala de crise econômica, crise hídrica, questão energética durante Marcha dos Prefeitos

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A XVIII Marcha dos Prefeitos a Brasília teve início ontem com o credenciamento dos participantes e a realização de várias arenas temáticas, espaço que a CNM – Confederação Nacional dos Municípios – deu ao espaço para a discussão dos mais variados temas relevantes aos municípios.

Mas a abertura oficial ocorreu na manhã dessa terça (26), com a presença de representantes da CNM, entidades municipalistas estaduais e do Ministro Gilberto Kassab, representando a Presidente Dilma Roussef. Falando para mais de sete mil participantes, segundo dados da coordenação de credenciamento, o Presidente da AMUPE e Prefeito de Afogados discorreu por mais de 10 minutos sobre os principais problemas que afligem o municipalismo brasileiro.

“Vivemos não apenas uma crise, mas um conjunto de crises que se superpõem e afetam os mais fracos, que são os municípios. Crise econômica que afeta a nossa capacidade de investimentos e realizações; crise hídrica, que nos afeta não apenas no abastecimento, mas, sobretudo na questão energética; e a crise moral e ética, que solapam os alicerces de nossas instituições democráticas,” declarou Patriota, sendo aplaudido de pé.

O Presidente da AMUPE destacou ainda que apesar da aparente inércia e paralisação das estruturas de governo, em decorrência das crises, é nos municípios onde os investimentos ainda estão sendo feitos, onde as coisas ainda estão acontecendo. “Queremos ser parceiros para melhorar o Brasil, porque o que seria dos programas federais e das políticas públicas se não fosse a destinação para o prefeito”, ponderou Patriota. Ele concluiu dizendo que são os gestores municipais que ficam cara a cara com o povo e fazem com que o povo melhore de vida ao executar os programas. “É impossível o governo do Estado e o governo federal chegar na casa de cada cidadão sem a participação direta dos governos municipais”, ponderou.