Prefeitura de Afogados da Ingazeira inicia obra de mais e R$ três milhões de reais na área da saúde

O Prefeito interino de Afogados da Ingazeira, Franklin Nazário, vistoriou nesta segunda (24), as obras do novo Centro de Reabilitação Física, Auditiva e Visual – CER lll, orçadas em R$ três milhões de Reais, em uma parceria com a União.

A nova unidade está sendo construída no terreno ao lado do Tiro de Guerra e deve ficar pronta até o final de 2016. Quando concluída, vai possibilitar a mesma qualidade de tratamento e serviços que hoje são ofertados pela AACD, em Recife.

Franklin ainda visitou o início das obras de pavimentação em quatro ruas na Vila Bom jesus, e a complementação do pavimento da Rua Padre Luís de Góes (Rua dos Colégios Normal, Dom Mota e da Rodoviária), no trecho entre a Compesa e o Anel Viário.

O Prefeito interino coordena hoje (27), a sua segunda reunião de monitoramento da gestão. Na última, realizada na semana passada, foram avaliados os prazos e o planejamento de 17 ações de governo. As reuniões de monitoramento da gestão municipal ocorrem todas as quintas, a partir das três da tarde, na Secretaria de Assistência Social ou no auditório do Centro Tecnológico (antiga CAGEPE).

E por falar em Afogados da Ingazeira, o município do Sertão do Pajeú está vivendo um momento de dificuldade no comércio. Os baixos índices nas vendas impactou fortemente nos custos das empresas, levando os empresários a tomar medidas de contenção.

Há informações de que nas últimas semanas dezenas de pessoas foram dispensadas do trabalho. Alguns empreendimentos estão desaparecendo. A não circulação do dinheiro está refletindo diretamente nas vendas. Com o dinheiro escasso, quem vai às compras, reclama dos preços. As vendas têm declinado bastante e o cenário é preocupante.

A crise instalada no comércio de Afogados da Ingazeira dá sinais de um cenário nada otimista, já que a crise está apenas no início e a tendência é de que a queda nas vendas do comércio continue.

Um comerciante que preferiu não identificar declarou ao blogueiro Itamar França que esta é a maior crise que o comércio afogadense já enfrentou desde quando começou a trabalhar no ramo.

Ele afirmou que é comerciante a mais de 20 anos e não me lembra de ter vivido período tão difícil como este em Afogados da Ingazeira. Por causa da onda de recessão e da falta de condições de manter os estabelecimentos funcionando, ele alerta que muitos de seus colegas podem fechar as portas. O comerciante destaca as políticas adotadas pelo atual governo como as maiores causadoras do afastamento dos consumidores.