População faz cobranças e poder público começa limpeza do Rio Pajeú, em Serra Talhada

O cidadão serra talhadense, Edvaldo, não é nenhum ambientalista, mas a experiência empírica junto ao meio ambiente o credencia a cobrar uma política pública para o rio Pajeú e para a barragem do jazigo, que entrou em colapso total.

“Joguei bola e hoje não existe mais e sim um córrego de esgoto, poder público deveria tratar o esgoto da cidade para não despejar a sujeira no rio”, questiona Edvaldo ao Jornal Online A Jornada.

De acordo com o bom senso de Edvaldo, o Jazigo foi construído para represar água mas está aterrado, agora como está seco deveria retirar a areia para quando vier a chuva caber mais água, porque cada caçamba de areia que é retirada é um espaço a mais para acumular a água das chuvas quando as mesmas chegarem. E olha que a previsão da meteorologia é de chuva para os próximos meses.

Embora timidamente, o poder público tem se mobilizado para resolver o problema ambiental local. O Ministério Público Federal já realizou uma audiência pública com os proprietários de terras no leito do Rio Pajeú. Já a secretaria de Meio Ambiente de Serra Talhada iniciou nesta terça-feira (22) a retirada das algarobas.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Ronaldo Melo Filho, o trabalho de limpeza começou próximo à ponte da Caxixola, onde alguns proprietários das terras ajudaram na limpeza, retirando essas árvores. Em seguida o trabalho de recuperação segue até o Jazigo e depois Serrinha.

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