Instituição que atua há 21 anos em Serra Talhada, no Sertão é visitada por alunos da UFRPE

No sertão pernambucano, a ONG Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor), situada em Serra Talhada, há 21 anos vem apostando no semiárido Brasileiro. Para entender quais as metas, os desafios, a visão de futuro e os projetos  de convivência no semiárido, que o Cecor executa ou executou, nos 26 municípios de atuação , estudantes  que estão cursando a disciplina Sociologia do 1º período, do curso de administração da Universidade Federal Rural de Pernambuco/Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UFRPE/UAST) visitaram a sede da Instituição na última quinta-feira (3).

A roda de diálogo foi composta pelo coordenador geral da Instituição, Espedito Brito, o coordenador de articulação, Manoel Barbosa dos Anjos e a vice – secretária, Maria Silvolúsia Mendes. Na face de cada um/a, estava expressa a vontade de querer saber mais. Aos poucos, as perguntas foram surgindo e os futuros administradores foram compreendendo  os processos de atuação de uma Organização Não Governamental. Ao ser questionado sobre os novos desafios no semiárido, Espedito Brito respondeu que o Cecor, juntamente com as três mil organizações que compõem a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), estão pleiteando, para os próximos anos, tornar o semiárido o maior produtor de alimentos do mundo. O outro é garantir assistência técnica para que as famílias agricultoras produzam alimentos agroecológicos, a partir das tecnologias implementadas nas comunidades.

A missão da Instituição é Incentivar e promover a construção e o fortalecimento de iniciativas sustentáveis de convivência com o semiárido, voltadas para melhorar a vida dos/as agricultores/as familiares, tendo como base a Agroecologia. De acordo com a aluna, Iellen Feitoza, o Cecor desempenha um papel muito bonito nas comunidades rurais. ”Ao ouvir cada depoimento sobre o trabalho da equipe, nos faz pensar na responsabilidade em sermos bons administradores em nossa região, sem que seja preciso sair para as grandes capitais. A partir de hoje, vamos difundir, ainda mais, as atividades comprometedoras que a Instituição desenvolve com os jovens, as mulheres e os homens do campo”, declarou, Iellen Feitoza.

No final, todos pousaram para fotos e levaram o material impresso sobre a ONG, que tem como missão incentivar e promover a construção e o fortalecimento de iniciativas sustentáveis de convivência com o semiárido, voltadas para melhorar a vida dos/as agricultores/as familiares, tendo como base a Agroecologia.