MPPE quer intervenção do Estado no Hospital Regional de Afogados da Ingazeira prefeitura de Serra Talhada é criticada pela demora em colocar o SAMU para funcionar

Promotores, prefeitos, representantes de Compesa, Secretaria de Saúde, Esse Engenharia e outras entidades discutiram vários temas durante reunião ontem e, Afogados, entre eles, o mau atendimento do HR Emília Câmara, SAMU, UBS.

Na ocasião, a Dra Carol Lemos, Diretora Geral de Assistência Regional da Secretaria de Saúde, admitiu limitações e afirmou que a unidade vai passar a instaurar processos administrativos  onde for verificada negligência dos médicos. “Os médicos são formados em uma cultura mercantilista. A maioria só pensa no bolso”, criticou o prefeito de Afogados José Patriota”.

Outros questionamentos foram ligados ao grande quantidade de transferências de gestantes para outras unidades. Os casos mais recentes foram de mulheres do município de Iguaracy, onde prefeito Dessoles é já cobrou providências várias vezes.

O Ministério Público, através do promotor Lúcio Almeida, defendeu que haja um plano de intervenção na unidade para mudança real na qualidade do atendimento e instalação de equipamento de raio x e regularização no fornecimento de oxigênio. Carol Lemos prometeu providências.

Na mesma reunião, houve novamente críticas diretas á Prefeitura de Serra Talhada pela demora em fazer funcionar  a Central de Regulação do SAMU. Informados de que a Secretaria de Saúde da cidade, através do adjunto Aron Lourenço,  responsabilizou as demais prefeituras pela demora, sob alegação de que não haviam equipado com sistemas de rádio suas unidades locais, tanto prefeitos, Dêva Pessoa (Tuparetama), Dessoles (Iguaraci), Sebastião Dias (Tabira) e Arquimedes Machado (Itapetim), como a Diretora da Geres, Mary Delânea, foram enfáticos ao condenar a alegação.