Moradores de casas ocupadas no Mutirão vão passar por avaliação social antes da reativação das obras de Urbanização

O diretor de operações da CEHAB, Nelson Holanda, explicou por telefone ao radialista Francys Maya, na rádio VILA BELA FM, como será a reativação das obras de Urbanização do Mutirão, em Serra Talhada. Segundo ele, ainda não há uma solução concreta para as casas já ocupadas pela população e nisso será feito um estudo social com cada família para avaliar a situação de cada uma.

“Nossa equipe do social da CEHAB que são assistentes sociais vão implementar uma solução que seja mais viável para todas as famílias. Tanto para a pratica construtiva como para não causar tantos danos as famílias que já estão lá localizadas. As vezes não funciona dessa forma porque as famílias já fizeram alguns melhorias nas residências, colocando uma cerâmica ou um diferencial e ai como eu te falei antes temos que analisar caso a caso para também não causar outro problema. Resolve por um lado e causa um problema pelo outro”, declarou o diretor. “A gente tem que pensar em uma solução como um todo de uma maneira que seja com menos transtornos para as famílias”, avaliou com precaução.

De acordo com O Pajeu, Nelson Holanda revelou que estará em contato com os representantes da localidade, em sua maioria liderados pela militante Regina Gualberto. “O canal já está aberto. Estamos a um tempo sem contato, mas lembro que tinha uma senhora que tínhamos um contato. Ela (Regina) inclusive tem meu telefone e o nosso acompanhamento in loco com o pessoal do serviço social visa justamente uma interação entre a comunidade que estão recebendo as benfeitorias”, falou.

Perguntado pelo radialista Francys Maya a respeito do empenho do deputado federal licenciado e secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, e o deputado estadual Rogério Leão, junto ao governador Paulo Câmara foi fundamental para o destravamento da obra o diretor foi direto: “Essa equipe que você mencionou foi fundamental. Nós todos sabemos as dificuldades que hoje o pais se encontra e não é diferente com o Estado. Nós temos uma demanda muito grande. Nós ainda temos muito o que fazer e temos que priorizar, mas infelizmente, hoje os recursos são mais escassos que na época (que foi prometida a obra)”, finalizou.