Governador assina ordem de serviço para reforma do Terminal Rodoviário de Serra Talhada, mas enfrenta protesto de moradores do Mutirão

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Fotos: Nayn Netto

O governador paulo Câmara assinou a ordem de serviço para a reforma do Terminal Rodoviário do município, na tarde dessa sexta-feira (29). O investimento da obra que terá início imediatamente será de R$ 800 mil, mas inicialmente foi divulgada na ordem de R% 2 milhões. A previsão é que será concluída em um ano.

“Essa será a primeira de outras obras do tipo que vamos viabilizar em Serra e no Estado. Eu não tenho nenhum receio de dizer a vocês que todos os nossos compromissos assumidos durante a campanha serão cumpridos nos próximos quatro anos. Pernambuco continuará no rumo certo”, garantiu o governador Paulo Câmara.

De acordo o o portal Nayn Neto, além da ampliação da plataforma e do estacionamento do espaço, o projeto de requalificação contempla a construção de novas bilheterias, a readequação da área comercial e a implantação de um circuito interno de TV, reforçando a segurança no terminal do Pajeú. O plano de acessibilidade também será reformulado e adequado aos novos padrões brasileiros.

O valor não será da secretaria de Transportes, capitaneada pelo serra talhadense Sebastião Oliveira e sim pela secretaria das Cidades, mas o secretário André de Paula amenizou dizendo que “a requalificação do terminal será coordenada em conjunto pelas pastas das Cidades e dos Transportes”.

Confira as imagens em perspectiva de como vai ficar a Rodoviária de Serra Talhada após a reforma:

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PROTESTO – Moradores do bairro Mutirão comapreceram a rodoviária e exibiram várias faixas da obra inacabada do saneamento e construção de casas populares do bairro, onde, segundo anúncios de órgãos do governo, foram aplicados R$ 5.000.000,00 mas está atrasada diante da falta de comunicação da Companhia de Habitação de Pernambuco – CEHAB e Caixa Econômica.

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Aprovados do último concurso do estado na área de saúde também ensaiam um protesto, inclusive fizeram a convocação pelo rádio mas parece que não houve adesão e a manifestação foi abortada. Os professores em greve também perderam a oportunidade de cobrarem pessoalmente ao chefe do executivo estadual.

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