Declarações impróprias para homens pùblicos mostram que prefeito e líder da oposição em Serra Talhada estão mal assessorados

O vereador e líder da oposição, Antônio de Antenor disse durante a sessão de segunda (13), ter provas de que uma ambulância do Hospam havia sido multada irregularmente por um agente de trânsito do município. “tava em serviço, na contramão, mas ambulância pode, (para o Conatran, NÃO)”, e emendou: “O que acontecer de mal comigo aqui a culpa é de Luciano Duque”, disse Antenor.

O prefeito havia dito antes em uma rádio que “Ele (Antonio) se afroxou  (na sessão da Câmara). Pense num caba covarde! Porque o caba chegar na hora da sessão e dizer que ‘foi minha mulé que pediu?’ Eu acho que ele tem que criar vergonha. Seja homem!”, Disse se referindo a retirada de uma moção de repúdio na Câmara, no entanto usou uma linguagem baixa para um gestor e que atingiu a honra de outro homem público. RELEMBRE A NOTÍCIA AQUI

Agora o prefeito voltou a se defender, mas em nota: “Na  sessão da Câmara Municipal de Serra Talhada, dia 13.11.2017, o vereador e líder da oposição, Antônio de Antenor, num ato desatino, afirmou que “o que acontecer de mal comigo aqui a culpa é de Luciano Duque”, insinuando que a minha pessoa poderia lhe causar algum mal.

É lamentável o nível de degradação política que esse edil está promovendo. É público e notório que nem eu e nem minha família nunca nos envolvemos em nenhuma querela ou fizemos mal a qualquer pessoa. Nem vou perder tempo em justificar isso.

Agora, o que eu não posso é ficar calado, mesmo diante de um delírio, que atenta contra a minha honra, dignidade e imagem pessoal. Nos encontramos na Justiça.

Serra Talhada, 14 de novembro de 2017”.

Restou o líder do oposição recuar mais vez, disse na Vila Bela FM que não se referia ao prefeito, pois é de uma família de bem, mas se se dirigia a pessoas que trabalham para ele.

Nas redes sociais, a população acredita que estas declarações impensadas mostram que o prefeito e líder da oposição estão mal assessorados em Serra Talhada, ou não seguem orientações de assessoria, como fazia o prefeito na época que era assessorado pela papiro comunicação. A agência marcava uma entrevista no rádio, por exemplo, e o prefeito remarcava por conta própria.

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